Cause we are
Oh we are
Unchainable invincible unstopable.
And we’ll be by our own,
As the sun goes down in paradise
We will look after the fall
Where our eyes are blind and full of memories
Stand like crazy types
Stand beyond those lies
This world will never scare us We got all the time we need out here And they will never rule us Because we are young, We will resist They can hunt us all the time they want But we’ll be always standing free
Cause we are Oh we are Unchainable invincible unstopable. And we’ll be by our own, As the sun goes down in paradise
We will look after the fall Where our eyes are blind and full of memories Stand like crazy types Stand beyond those lies
Cause we are Oh we are Unchainable invincible unstopable. And we’ll be by our own, As the sun goes down in paradise
Cause we are (oh, we are) Oh we are Unchainable invincible unstopable. And we’ll be (oh, we’ll be) By our own, As the sun goes down in paradise.
Deixamos de sentir o que a gente sentia
E que trazia cor ao nosso dia a dia
Deixamos de dizer o que a gente dizia
Deixamos de levar em conta a alegria
Deixamos escapar por entre nossos dedos
A chance de manter unidas as nossas vidas
Nenhum de Nós – Amanhã ou Depois
Deixamos pra depois uma conversa amiga Que fosse para o bem, que fosse uma saída Deixamos pra depois a troca de carinho Deixamos que a rotina fosse nosso caminho Deixamos pra depois a busca de abrigo Deixamos de nos ver fazendo algum sentido
Amanhã ou depois, tanto faz se depois For nunca mais, nunca mais
Deixamos de sentir o que a gente sentia E que trazia cor ao nosso dia a dia Deixamos de dizer o que a gente dizia Deixamos de levar em conta a alegria Deixamos escapar por entre nossos dedos A chance de manter unidas as nossas vidas
Amanhã ou depois, tanto faz se depois For nunca mais, nunca mais
Amanhã ou depois, tanto faz se depois For nunca mais, nunca mais
Sim somos seres estranhos
Vivemos somando ganhos
Egos de vários tamanhos
Gigantes tontos de sonhos
Civilizados bisonhos….
Sim somos seres estranhos !
Sim somos seres estranhos Vivemos somando ganhos Egos de vários tamanhos Gigantes tontos de sonhos Civilizados bisonhos…. Sim somos seres estranhos !
É, somos seres gozados Lutando sempre de um lado Raivosos tristes calados Alegres loucos travados Anjos já desvirtuados… É somos seres gozados
Nos chamam seres humanos Um tipo bem estranho de bicho… Heróis de circo mexicano Animais reprodutores de lixo Nos chamam seres humanos… Mas isso nem sempre somos
Eu trago comigo os estragos da noite
Eu trago comigo os estragos da noite
Eu trago comigo os estragos da noite
Meu reino por um rosto, pelo resto da noite
Noites que passaram, noites que virão
Noites que passamos lado a lado em solidão
Noites de inverno, noites de verão
Noites que viramos esperando o Sol nascer
Esperando amanhecer
Esperando o Sol nascer
Eng. do Hawaii – Anoiteceu em Porto Alegre
Na escuridão A luz vermelha do walkman Sobre edifícios A luz vermelha avisa aviões
Nas esquinas que passaram Nas esquinas que virão Verde, amarelo, vermelho Espelho retrovisor
Anoiteceu em Porto Alegre Anoiteceu em Porto Alegre
Na escuridão, só você ouve a canção Eu vejo a luz vermelha do teu walkman Sobre edifícios no trigésimo andar Uma flor vermelha nasceu
Nas esquinas que passaram Nas esquinas que virão Há sempre alguém correndo Fugindo da hora do Brasil
E anoiteceu (Brasília, 19 horas) Em Porto Alegre (esta é a voz do Brasil) Anoiteceu em Porto Alegre
Na zona sul existe um rio Nesse rio mergulha o Sol E arde fins-de-tarde, de luz vermelha De dor vermelha, vermelho anil
Atrás do muro existe um rio Que, na verdade, nunca existiu Mas arde fins-de-tarde, de luz vermelha De dor vermelha, vermelho anil
Aconteceu a meia-noite Anoiteceu em Porto Alegre Aconteceu a noite inteira Aconteceu em Porto Alegre
Eu disse que acreditassem! Eu pedi que acreditassem! Eu nunca deixei de acreditar! Que o Grêmio ia ser campeão da América Hoje, esta noite, em Porto Alegre
Quinze pras duas, ruas escuras Quem tem o mapa, qual é a direção? Duas e meia, castelos de areia Cabelos castanhos, estranhos sinais
Já passa das três, pela última vez De hoje em diante, só uísque escocês Cinco da manhã, nada diferente Chegamos finalmente ao dia de amanhã
Eu trago comigo os estragos da noite Eu trago comigo os estragos da noite Eu trago comigo os estragos da noite Escondo meu rosto entre escombros da noite
Um ditador deposto, marcas no rosto Um gosto amargo na boca Uma certeza, só uma certeza Da próxima vez, só uísque escocês
Duas fichas telefônicas, um telefone que não para de tocar Ninguém atende, eu não entendo Tão fazendo onda, tão fazendo charme E um alarme de carro que não para de tocar
Eu trago comigo os estragos da noite Eu trago comigo os estragos da noite Eu trago comigo os estragos da noite Não nego, não nego, não
Uma canção no rádio, uma versão mal traduzida Um pastor exorciza no rádio de um táxi (Aqui estaremos em nome de Jesus!) Uma certa impressão, uma certeza imprecisa (Para pedir ao anjo de Deus!) Quem não precisa de uma versão, uma tradução?
Para colocar as mãos Nas profundezas do teu corpo Para arrancar a macumba Para a glória Em nome de Jesus Cristo!
Um ditador deposto, marcas no rosto Um gosto amargo na boca E a certeza de que o último dia de dezembro É sempre igual ao primeiro de janeiro
O Grêmio vai ser campeão do mundo O Rio Grande do Sul e o Brasil Vão viver uma madrugada Que não terminará Antes do Sol nascer!
Eu trago comigo os estragos da noite Eu trago comigo os estragos da noite Eu trago comigo os estragos da noite Meu reino por um rosto, pelo resto da noite
Noites que passaram, noites que virão Noites que passamos lado a lado em solidão Noites de inverno, noites de verão Noites que viramos esperando o Sol nascer
Esperando amanhecer Esperando o Sol nascer
Amanheceu em Porto Alegre Amanheceu em Porto Alegre Amanheceu em Porto Alegre Amanheceu
(Seis horas, quinze minutos, zero segundo)
Recomeça tudo lá fora Here comes the sun The sun is the same in the relative way But you are older
(Seis horas, vinte minutos, zero segundo)
Recomeça tudo lá fora Nas esquinas, nas escolas Um litro de leite Meio quilo de pão
(Seis horas, trinta minutos, zero segundo)
Recomeça tudo lá fora, neguinho da zero hora Vende manchetes, quinze pras sete da manhã Nada diferente, chegamos finalmente Ao dia de amanhã Em Porto Alegre
Negócio muito bom, até chegar em casa
Vê que não tem nada, só a cabeça a mil e o corpo
Pedindo pra dar só uma parada
Mas eu tô preferindo é falar da balada
Porque aqui é só som, é som
Da Guedes – POA
(Nitro Di) Mais uma noite começa, é muito cedo Eu não sei quando termina, mas nós tamo legal Com essa chuva fina Tic tac atormenta e já é meia-noite
(Baze) A moçada tá atoa, cabeça feita, tudo numa boa O style domina a mente É cangol, preto, branco e verde, com toca de lã Pra aquecer o frio que a careca sente Embaixo as calças gigantes
Com adidas pra pisante, essa não é da hora, essa é do instante Mas já tá me passando, a fita na mente Tô farejando aquele cheiro bom, de bolsinha no ombro De calcinha cavada e sem sutiã, com aquele belo nadão Fazendo blain, blem, blain Porque aqui é assim e não tem pra ninguém Porque eu falo de Porto Alegre, – então tá tudo bem, então tá tudo bem
Mais uma noite em Porto Alegre e tá tudo bem O relógio tic-tac, a hora eu não sei O cigarro na bagana, nem um marreco tem Mas a cabeça na boa, e o hip hop in the brain
(Nitro Di) Mas coisas más acontecem e rolam soltas Só trouxa que não sabe, mas ninguém abre a boca Tem bucha grande, pequena, da branca e da preta Tem doce, crack na banda, negócio lucrativo Pra quem vende as paranga, pra quem precisa do fortificante
Negócio muito bom, até chegar em casa Vê que não tem nada, só a cabeça a mil e o corpo Pedindo pra dar só uma parada Mas eu tô preferindo é falar da balada Porque aqui é só som, é som
Na cabeça da moçada, o hip hop é ritmo que é escutado Nos carangos, nos fone, se é gordo ou é magro Se é homem ou mulher, se liga não fica parado Preste atenção na rima, vê se chama no pé Vem que tem meu irmão Eu falo de Porto Alegre, então tá tudo bem
Mais uma noite em Porto Alegre e tá tudo bem O relógio tic-tac, a hora eu não sei O cigarro na bagana, nem um marreco tem Mas a cabeça na boa, e o hip hop in the brain
(Negro X) É, tem muito mano na banda que vem de todo lado Os que nunca me viram, olham de cima a baixo Perigoso – sim, mas bandido – não (não) Sou Negro X, pá pá! E eu vou te falar Se eu te olho de perto te digo quem tu é Se tu é o malandro ou se é o mané Se é um parceria, se não um vacilão Se for um cagueta não aperta minha mão Mas os confirmados vem de todos cantos Dessa Porto Alegre que é o meu encanto
(Baze – Nitro Di) Campo da Tuca, Glória, São José Vila Mapa – Lomba do Pinheiro, Santa Fé Morro da Polícia, Morro da Cruz, Viamão É isso aí Vila Jardim, Dependentes, Revolução! Vila Pinto, Cachoerinha, Gravataí
Cohab Leopoldina, Dj Anderson diz aí Ipê 1, 2, Ceffer, Brasilia Trocar uma idéia com os mano na Restinga, que maravilha! Morro Santana, no Cristal, na Conceição Mas é do Partenon, que tá vindo esse som E não vem pra essa barca, quem não tem o Dom
Mais uma noite em Porto Alegre e tá tudo bem O relógio tic-tac, a hora eu não sei O cigarro na bagana, nem um marreco tem Mas a cabeça na boa, e o hip hop in the brain
É aí que começa a nossa história China véia
Povo crioulo gineteando tua ideia
Tradição de mão em mão geração geração cuia erva chimarrão
Abre a porteira boleia falo de tudo que nos rodeia
História raiz quem disse que não ama sua terra me diz?
Maloqueiro a galope pelos pampas minha voz minha prenda minhas crenças
Diferenças eu guardo na guaiaca gente pequena gente ruim gente fraca
Do extremo sul Trovadores RS a favela é nossa cara com respeito a quem merece
É os sangue aqui dos pampas atitude prevalece
Prepare a erva comece a pensar pois a peleia vai continuar
Ultramen – Peleia
(Nego X) Pele-pele-peleia eu não vou fugir desta guerra não Não vou deixar eles fuderem minha terra não É mais fácil morrer estar lutando eu nunca vi peão gaúcho se entregando Macho não é quem bate na mulher Homem eu vou dizer o que que é Gaúcho macho do chão farroupilha protege e ama a sua família Necessidade todo mundo passa qualquer raça qualquer massa O português o gringo o italiano o alemão o índio o africano Somos todos irmãos sob esse céu azul nós somos brasileiros do Rio Grande do Sul Prepare a erva comece a pensar pois a peleia vai começar
Não podemos se entregar pros ômi de jeito nenhum Não tá morto quem peleia amigo sob o céu azul Não podemos se entregar pros ômi de jeito nenhum Somos todos brasileiros do Rio Grande do Sul
(Lica) Cabelos enosados pelos ventos dos pampas Longos cachos ou tranças embalam no galope O vento revida o trote da mulher forte vivida que desde cedo canta E levanta a tradição é o dom do coração certeiro Que se entrega por inteiro sem medo do futuro ela anda no escuro Se preciso for ela é mulher ela sabe bem quem é ela sabe o seu valor Orgulho e suor escorrem do seu rosto que exposto ao incerto Torna concreta toda a peleia mulher gaúcha rancheira da serra ou do litoral Ela ama e luta nunca foge da disputa que a vida traz faz faz O que tiver de fazer faz o chimas se duvida vem aqui pra ver E ainda arranja tempo pra mandar a prosa pra vocês pra vocês (NitroG) É aí que começa a nossa história China véia Povo crioulo gineteando tua ideia Tradição de mão em mão geração geração cuia erva chimarrão Abre a porteira boleia falo de tudo que nos rodeia História raiz quem disse que não ama sua terra me diz? Maloqueiro a galope pelos pampas minha voz minha prenda minhas crenças Diferenças eu guardo na guaiaca gente pequena gente ruim gente fraca Do extremo sul Trovadores RS a favela é nossa cara com respeito a quem merece É os sangue aqui dos pampas atitude prevalece Prepare a erva comece a pensar pois a peleia vai continuar
(PX) Boleia a perna vivente amarra o pingo iniciou a bailanta Eu tô falando aqui do Sul quem tá sentado levanta É som de gente bamba gaúcho aqui dos pampas Bagual de tirar cria preto vivente campanha Porque da querência ao pago velho não embasso Eu sou PX sangue bom índio maragato Não corro sem ver do que quando a coisa fica feia Pois na favela o bicho pega e não tá morto quem peleia-leia-leia (Mano) Rima segue na batida boto o dedo na ferida O microfone é minha arma enquanto houver injustiça O gaiteiro toca a gaita e eu não perco o tom da rima Ala puxa tchê bagual se não gosta vem pra cima Uno o rap à tradição valorizo o som da terra Rio Grande terra de gente que na guerra não se entrega Sou gaúcho tô na boa toma aí um chimarrão (Amarelo) Revolução na coxilha farroupilha Mano da terra não vacila não foge da briga Na aurora pampeana xirú da campanha Chimarreando não se espanta ao mirar o pampa No meu solo Rio Grande povo guerreiro se expande Que a peleia não perde a chance Prepare a erva comece a rezar pois a peleia vai recomeçar
Choveu 600mm em três dias no Estado do sul do Brasil. O impacto ainda está sendo avaliado, com cidades submersas, estradas interrompidas, muitas vidas perdidas ou completamente remanejadas. Sem alarmismo, a situação é pior do que a epidemia de COVID. Aqui vai minha humilde contribuição para quem é de fora entender um pouco mais do que está acontecendo nesta terra que mora no meu coração :
Explicação sobre a dimensão do impacto da catástrofe ambiental nas cidades gaúchas
Explicação por um meteorologista profissional sobre a crise climática
Fernendo Horta recebe Marco Antonio Trisch Mendonça, detalhando notícias sobre a Enchente.
Nesta conferência sobre geopolítica, Rogério Correia, deputado federal de Minas Gerais, lembra, em meio a outros assuntos, a tragédia de Brumadinho e Mariana, antecedente à enchente atual.
Programa sobre a ação política de combate às consequências deste drama
Programa de debates sobre a situação em 7 de maio de 2024
Relato de Eduardo Bueno – Peninha – jornalista especializado em História do Brasil
Relato emocionado de Fernando Ulrich – sócio da Liberta Investimentos
Visão política supra-partidária de Olívio Dutra, primeiro governador do RS pelo PT
Conversa dominical com Maria do Rosário (PT) sobre reconstrução de Porto Alegre e do RS
Fernando Ulrich apresenta projetos de mitigação a cheias
Atualizarei este artigo com novos tópicos de atualidade conforme as informações forem divulgadas. É um momento de muita emoção em que os gaúchos sentem na pele o drama vivido por outros povos confrontados a grandes catástrofes, seja naturais ou decorrentes a guerras, que acontecem neste exato momento em várias outras partes do mundo. Gaúchos que – até então – se sentiam preservados deste sentimento, pois a região não conhece guerras no seu território desde o século XIX e até então preservada de fenômenos climáticos extremos.
Desejo a todos de ficar bem, agir em sã consciência na medida das suas possibilidades para ajudar os mais necessitados, seja no Rio Grande do Sul ou em outra parte. Se todos fôssemos mais humanos e solidários, as consequências deste e outros eventos seriam muito atenuadas. Este é o grande exemplo que o povo gaúcho está dando, de sua humanidade e solidariedade. Tenho orgulho deste povo.
Concluirei sem bairrismo, pois a situação atual dos gaúchos infelizmente não é ímpar, mas compartilhada por muitos. Assim, deixarei uma homenagem a esse continente invadido, colonizado, explorado, vassalizado, vandalizado mas que ainda assim trabalha duro e de cabeça erguida para construir um futuro melhor e nunca deixa de acolher o forasteiro com orgulho, generosidade e humildade. Deixo assim vocês com esta canção, cantada por Caetano Veloso mas em espanhol, língua dos nossos irmãos:
Quem quiser participar com donativos, aqui vai uma lista não exaustiva de organização confiáveis. O canal de Instagram do tuxodatrip também está fazendo uma cobertura fantástica de quem está precisando de quê, também com informações de utilidade pública. Por final, o site https://www.sos-rs.com/ cadastra abrigos e permite fazer a ponte entre quem quer o doar, o que se está precisando e onde. Muito obrigado a todos por esta onda maravilhosa de solidariedade e generosidade com os gaúchos.
[Atualização de 13 de maio de 2024 07:30 GMT] Vídeos do Brasil247 e Fernando Ulrich sobre reconstrução e mitigação das consequências dos próximos eventos climáticos extremos.
[Atualização de 16 de maio de 2024 9:30 GMT] Vídeo da Morgana Secco dando a dimensão do estrago provocado pelas enchentes nas cidades gaúchas e da Hashtag Sal com explicação por um meteorologista profissional.
[Atualização de 23 de maio de 2024 21:48 GMT] Vídeo do Peninha.
Lá no velho oeste o nosso som é proibido
Na terra de herói nós somos os bandidos
Sem bota de cowboy você não é de nada
Sem chapéu de cowboy não agarra a mulherada
Cowboy, cowboy
Me diz como fazê
Quando eu crescê
Quero ser que nem você
Eu venho da galera assombrando o deserto
Ninguém me diz nada se está longe ou se está perto
Eu sinto a batida galopando um pangaré
Então dance esse som, diz aí como é que é
Cowboy, cowboy
Me diz como fazê
Quando eu crescê
Quero ser que nem você
Espora enferrujada e cela esgaçada
Com a crina embaraçada meu cavalo é uma parada
Pinduro no pescoço ferradura pra dá sorte
Eu danço no salão, o funk é meu esporte
Cowboy, cowboy
Me diz como fazê
Quando eu crescê
Quero ser que nem você
Não aguento mais esse sol na minha cabeça
Gosto de gatinha, de sombra e água fresca
Se ela faz meu tipo e olha para o lado
Eu zôo de montão com seu lindo rebolado
Cowboy, cowboy
Me diz como fazê
Quando eu crescê
Quero ser que nem você
“Tropa de combate no meio do salão
Para ser cowboy não precisa ser brigão”