Megapacote de aumento para juízes, deputados, senadores, Ministros e MP vai custar 58 bilhões de reais pro povo

Socializar a dívida e privatizar os lucros, essa é a máxima do neoliberalismo. Adivinha quem é que paga o pato?

A expectativa para 2016 é que o Brasil encerre o ano com um rombo de R$ 170 bilhões nas contas públicas. Apesar disso, o presidente interino Michel Temer (PMDB) comemorou a aprovação de um megapacote de reajuste para o funcionalismo federal — Executivo, Judiciário e Legislativo, além do Ministério Público —, com impacto de ao menos R$ 58 bilhões até 2019.

Leia a íntegra no Falando Verdades.

Dallagnol é um ingrato! Escondeu a Globo!

Dallagnol, o procurador da República das convicções, produziu um powerpoint furibundo, na página 3 da Fel-lha, em forma de texto corrido.

O Conversa Afiada decidiu acompanhá-lo de algumas convicções.

A equipe da Lava Jato formou-se para o combate a crimes financeiros e de lavagem de dinheiro praticados por doleiros como Alberto Youssef. Jamais se imaginou, inicialmente, topar com um esquema de corrupção.

Como diz o professor Moniz Bandeira, foi a CIA, montada na Tríplice Fronteira, entregou à Força Tarefa a ligação do Youssef com a Petrobras. Para destruir o pré-sal. Objetivo atingido, com o desemprego de 40 mil operários metalúrgicos no estado do Rio.

Leia a íntegra no Conversa Afiada.

Moro diz que Brasil pode não sobreviver à delação da Odebrecht

Juiz da Lava Jato teria feito o seguinte comentário a um interlocutor de Brasília, segundo a revista Veja: “Pela extensão da colaboração, haverá turbulência grande. Espero que o Brasil sobreviva”; trechos da delação já incriminaram o ministro das Relações Exteriores, José Serra, que segundo executivos recebeu R$ 23 milhões em propina da empreiteira por meio de uma conta na Suíça, e o governador Geraldo Alckmin (PSDB), que teria recebido doações de campanha em troca da participação da construtora nas obras do Rodoanel, em São Paulo

Leia a íntegra no Brasil 247.

Entrevista de Eduardo Cunha (março de 2015) por Antonio Jiménez Barca e Talita Bedinelli

“A corrupção está no Governo, não está no Parlamento”.
O presidente da Câmara Eduardo Cunha afirma ser perseguido por estar sendo investigado. Ele diz que a “porteira da corrupção” na Petrobras foi uma mudança de lei feita por FHC.

O peemedebista Eduardo Cunha entra em uma das salas de seu gabinete rodeado por seguranças e assistentes. Na sala de onde despacha, responde aos questionamentos do EL PAÍS entre uma ligação e outra, em meio a diversas trocas de mensagens pelo celular. Ainda que em alguns momentos fale depressa e feche os olhos ao se incomodar com algumas perguntas, aparenta calma, apesar de toda a pressão dos últimos dias.

O presidente da Câmara dos Deputados, que desde que chegou ao comando da Casa, em fevereiro, impôs uma série de derrotas a então aliada Dilma Rousseff (PT), é um dos 54 nomes que serão investigados nos processos relativos à operação Lava Jato.

Leia a íntegra no El País.

Polícia Federal esconde o nome de José Serra no relatório sobre Marcelo Odebrecht

Como o nome de Serra constava no relatório inicial da perícia, conclui-se que os filtros da Lava Jato criaram uma blindagem ampla para o senador.

Do Estadão: Relatório mostra siglas de Marcelo Odebrecht para políticos

Análise do celular do maior empreiteiro do País revela seu esforço em utilizar siglas e mensagens codificadas para se referir a políticos e registrar algumas transações

Por Mateus Coutinho,  Ricardo Brandt, enviado especial a Curitiba e Fausto Macedo

Relatório da Polícia Federal sobre o celular de Marcelo Bahia Odebrecht apreendido na 14ª fase da Lava Jato revelam o amplo leque de políticos, da base do governo e da oposição, com os quais Marcelo Odebrecht tinha algum contato, sua preocupação com a operação da Polícia Federal e, sobretudo, seu esforço para utilizar siglas e mensagens codificadas para se referir a políticos e registrar algumas transações.

O maior empreiteiro do País utilizava em seu aparelho e siglas como GA (referência ao governador Geraldo Alckmin), MT (Michel Temer), GM (Guido Mantega), JS (neste caso a Polícia Federal utilizou uma tarja preta para não identificar o contato), FP (a PF usou também uma tarja preta para não identificar o contato) e algumas mais óbvias como ECunha, em referência ao presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha (PMDB/RJ).

Há também referência direta ao ex-presidente Lula e a outros apelidos como “Dida”, para se referir a Aldemir Bendine, presidente da Petrobrás, e “Beto”, em referência ao secretário nacional de Justiça Beto Ferreira Martins. Na análise de 31 páginas,  a Polícia Federal limita-se a transcrever as anotações da agenda do empreiteiro.

Leia a íntegra no GGN.