Très bon entretien, dense en contenu, traité avec sérieux, comme au bon vieux temps de Thinkerview :
Bon visionnage !
PS : Si vous voulez faire un geste pour la planète, réglez Youtube à la définition la plus basse qui vous convienne, vous économiserez de la bande passante et de l’énergie nécessaire à décoder le flux.
After calling Donald Trump “a disgrace not only to the GOP [the Republican Party] but to all America,” Al-Waleed Bin Talal bin Abdulaziz al Saud, a Saudi business magnate and investor, has suddenly changed his mind, when it became known that the Republican candidate won the presidential election.
In December 2015, Abdulaziz al Saud, who also is a member of the Saudi royal family, advised Trump to withdraw from the US presidential race, claiming that he will never win.
Ambos, penso eu, são sínteses de memórias – em escala nacional americana- de saídas que já se apresentaram em distintos momentos de crise aguda do sistema do capital. E o fizeram, tanto no espaço aberto pelas repúblicas democráticas, como nos sistemas mais fechados de distintos estados autoritários, apresentando saídas mais, ou menos convenientes, para os grupos sociais que pretendem representar. Ambas as saídas podem integrar aquilo que Marx chamou de “pulmão” do sistema, que se depura e se renova – por dentro do seu corpo gigantesco – mantendo o seu organismo vivo e viril. Mas não são saídas idênticas, nem tem os mesmo efeitos sobre a vida real das famílias, sobre as quais os seus programas incidem. São saídas que enfrentam de forma distinta as barbáries do presente, que vão ter incidência – já como conteúdo – na vida atual e real das pessoas de forma mais amena e inclusiva, ou mais grave e excludente.
Olha que belo exemplo e lição de moral os Estados-Unidos, a França e o FMI têm a dar ao Brasil:
O Fundo Monetário Internacional continua com seu trabalho de Grilo Falante dos assuntos econômicos. E agora é a vez dos Estados Unidos e da França. Sobre a economia norte-americana, o Fundo alerta sobre “perniciosas tendências seculares na distribuição da renda”: a classe média caiu a níveis de três décadas atrás e a pobreza aumentou. Sobre a França, a instituição lembra que o país possui índices altos de desemprego de longa duração, apresenta baixas perspectivas de crescimento e uma dívida sobre o PIB que continua aumentando.
Mas continuem cultivando o complexo de vira-lata e achando que a grama do vizinho é mais verde 😉
Documentário Em Busca da Verdade, realizado pela TV Senado, compilando o trabalho realizado pela Comissão Nacional da Verdade (CNV), instituída durante o governo da presidenta Dilma Rousseff. Esta comissão perturbou um silêncio histórico sobre um período sombrio da História do Brasil, valendo muitas antipatias da elite brasileira à presidente eleita democraticamente. Elite, essa, constituída em grande parte por famílias cujas fortunas provêm de lucros importantes, realizados durante a ditadura militar, às custas do povo brasileiro. Conhecer a História é o primeiro passo a ser dado para evitar a sua repetição.
Load up on guns, bring your friends
It’s fun to lose and to pretend
She’s over-bored, self-assured
Oh no, I know a dirty word
Hello, hello, hello, how low?
Hello, hello, hello, how low?
Hello, hello, hello, how low?
Hello, hello, hello
With the lights out it’s less dangerous
Here we are now, entertain us
I feel stupid and contagious
Here we are now, entertain us
A mulatto, an albino
A mosquito, my libido
Yeah
I’m worse at what I do best
and for this gift I feel blessed
Our little tribe has always been
and always will, until the end
Hello, hello, hello, how low?
Hello, hello, hello, how low?
Hello, hello, hello, how low?
Hello, hello, hello
With the lights out it’s less dangerous
Here we are now, entertain us
I feel stupid and contagious
Here we are now, entertain us
A mulatto, an albino
A mosquito, my libido
Yeah
And I forget just why I taste
Oh yeah, I guess it makes me smile
I found it hard, it was hard to find
Oh well, whatever, nevermind
Hello, hello, hello, how low?
Hello, hello, hello, how low?
Hello, hello, hello, how low?
Hello, hello, hello
With the lights out it’s less dangerous
Here we are now, entertain us
I feel stupid and contagious
Here we are now, entertain us
A mulatto, an albino
A mosquito, my libido
A denial, a denial
A denial, a denial
A denial, a denial
A denial, a denial
The song featured is culled from the Westwood One radio broadcast of the show (28 December 1991), one of a handful of dates the band did supporting the Red Hot Chilli Peppers. The songs used are all strong performances of commonly played songs. The band however tears through their most popular song, ‘Smells Like Teen Spirit’. Clocking in at around 4 minutes 30 a full 30 seconds quicker than the album version, it is a lively and very energetic performance of a song that was played with little enthusiasm for the most part throughout the rest of the band’s career.
The show these songs came from is a good performance. The band, playing second on a bill including the Red Hot Chilli Peppers and Pearl Jam performs a short set, consisting of most of the bands hit songs of the time. This is a strong performance by a band at the peak of both their powers and popularity and is well worth checking out.
Não é o escopo deste artigo fazer digressões sobre como o governo americano e seu Banco Central deveriam ter atuado durante a crise. Crises bancárias é um assunto vasto e complexo, e merece um artigo à parte (um esboço pode ser visto aqui e um mais completo aqui). Tampouco houve o intuito de fazer algum juízo de valor. A única intenção foi mostrar, sem ideologias ou partidarismos, como realmente se desenrolou todo o processo que levou à formação de uma bolha imobiliária, como se deu seu estouro e como isso afetou todo o sistema bancário.
De posse de todas as informações aqui contidas, o leitor deve se fazer as três seguintes perguntas:
1) Todo este arranjo apresentado configura um sistema totalmente desregulamentado, um genuíno laissez-faire, ou, ao contrário, representa um sistema fortemente intervencionista, no qual políticos, burocratas e reguladores determinavam regras e agitavam em prol de suas conveniências?
2) Um sistema bancário que goza de uma garantia implícita dada pelo governo — de que haverá socorro caso as coisas deem erradas — tende a apresentar comportamentos mais temerários ou mais prudentes?
3) Sem um Banco Central criando dinheiro e permitindo aos bancos manterem suas expansões creditícias de modo crescente, será que tudo isso teria sido possível?
As respostas a estas perguntas têm de estar claras antes de se iniciar qualquer debate a respeito da crise.
Ao encontro com este jornal, no centro de Manhattan, ela chega atrasada e inquieta. Ao trabalho também chegará alguns minutos depois da hora marcada. Os atrasos se sucedem e se retroalimentam. Como nesse dia ela faz o turno das 15h, provavelmente só voltará para casa depois das 22h e isso, aos 27 anos, é dito a ela como sendo uma falha. Não porque viva no seio de uma família rígida, mas porque essa é a hora limite de chegada ao albergue para indigentes no qual dorme quando sai do trabalho no McDonald’s. Pelo menos esse dia é sábado e ela não tem que organizar para levar e buscar na escola as crianças de oito, sete e quatro anos. Lá também costumam repreendê-la por seus atrasos.
A vida de Y., como pede para ser identificada, não é uma raridade: um terço das famílias que dormem nos centros para desabrigados da cidade é chefiada por uma pessoa com emprego. Mas em Nova York trabalhar já não significa ganhar a vida. Nos Estados Unidos como um todo, tampouco: 6 em cada 10 famílias que estão abaixo da linha de pobreza em todo o país têm pelo menos um de seus membros empregados, de acordo com o Instituto de Política Fiscal.
Mas realmente, devemos seguir o capitalismo selvagem dos americanos pois ele deu certo (para 0,1% da população)!