Documentário enaltece a luta das meninas nas ocupações em SP

Em novembro de 2015, a Escola Estadual Diadema, localizada na região metropolitana de São Paulo, se tornou a primeira escola a ser ocupada por estudantes na luta contra a reorganização escolar apresentada pelo governador Geraldo Alckmin.

A ocupação em Diadema desencadeou um movimento secundarista que foi às ruas de São Paulo e mobilizou estudantes em 200 ocupações espalhadas em todo o estado. Eles protestavam contra a reestruturação que previa o fechamento de escolas e afetaria mais de 300 mil alunos.

Em novembro de 2016, um ano após a data que marcou o início da resistência, o documentário “Lute como uma menina!” é lançado no YouTube. A produção traz a história de luta durante as ocupações sob a perspectiva das garotas que participaram do movimento.

Leia mais no Catraca Livre.

Sobre o Ativismo, fragmento de Rebel without a pause, 2003, por Noam Chowsky

Linguista, intelectual e ativista, Noam Chomsky discute e reflete sobre o estado dos eventos mundiais incluindo a guerra no Iraque, 11 de setembro, guerra ao terrorismo, manipulação e controle da mídia, ativismo social, medo e política estrangeira americana em grandes fóruns e pequenas discussões interativas com outros intelectuais, ativistas, fãs, estudantes e críticos. A entrevistadora é a Dr. Carol Chomsky, esposa e diretora de Noam, que reflete sobre o que guia Noam e como é viver com ele.

Página IMDB do filme Rebel without a pause (em inglês).

Leia mais sobre Noam Chomsky na Wikipédia.

PEC 55 não mexe nas verbas bilionárias para mídia e nos trilhões para banqueiros

Enquanto a mídia faz a festa com o trem da alegria de aumentos de verba pública de até 3000%, como a Editora Caras ligada a VEJA (Leia), Temer prega um discurso de “cortes” mesmo com o aumento que o mesmo deu para a Justiça sem vetos esse ano (Leia) e sem mexer nos salários e benefícios de parlamentares, juízes, quem irá pagar a conta é o povo e principalmente sem Temer mexer nos 950 bilhões pagos em juros da dívida para banqueiros todos os anos, quem será sacrificado será o povo, a previdência, saúde e educação.

Leia a íntegra no Esquerda Valente.