Filme que discute limites entre loucura e normalidade estreia no Olhar de Cinema

Selecionado para a mostra Outros Olhares do 4º Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba -, no qual terá suas primeiras exibições no Brasil, o documentário A Loucura Entre Nós acompanhou durante três anos a rotina de um hospital psiquiátrico de Salvador onde também funcionava a ONG Criamundo, que tem a missão de reinserir pacientes com problemas psiquiátricos no mercado de trabalho e na sociedade em geral.

Dirigido por Fernanda Vareille, brasileira atualmente radicada na França, o trabalho discute os limites muitas vezes tênues entre loucura e normalidade, dando atenção especial a duas mulheres de classes sociais e origens bem diferentes: Leonor e Elizângela.  “É um filme sobre sujeitos, suas questões, seus destinos, suas trajetórias”, resume Fernanda.

Em entrevista por e-mail ao Cine Festivais, a diretora falou sobre o processo de produção do documentário e opinou a respeito dos principais temas levantados pelo seu filme.

Leia a íntegra no Cine Festivais.

Como ocorreu a crise financeira americana

Não é o escopo deste artigo fazer digressões sobre como o governo americano e seu Banco Central deveriam ter atuado durante a crise.  Crises bancárias é um assunto vasto e complexo, e merece um artigo à parte (um esboço pode ser visto aqui e um mais completo aqui).  Tampouco houve o intuito de fazer algum juízo de valor.  A única intenção foi mostrar, sem ideologias ou partidarismos, como realmente se desenrolou todo o processo que levou à formação de uma bolha imobiliária, como se deu seu estouro e como isso afetou todo o sistema bancário.

De posse de todas as informações aqui contidas, o leitor deve se fazer as três seguintes perguntas:

1) Todo este arranjo apresentado configura um sistema totalmente desregulamentado, um genuíno laissez-faire, ou, ao contrário, representa um sistema fortemente intervencionista, no qual políticos, burocratas e reguladores determinavam regras e agitavam em prol de suas conveniências?

2) Um sistema bancário que goza de uma garantia implícita dada pelo governo — de que haverá socorro caso as coisas deem erradas — tende a apresentar comportamentos mais temerários ou mais prudentes?

3) Sem um Banco Central criando dinheiro e permitindo aos bancos manterem suas expansões creditícias de modo crescente, será que tudo isso teria sido possível?

As respostas a estas perguntas têm de estar claras antes de se iniciar qualquer debate a respeito da crise.

Leia a íntegra no Mises Brasil.

Exposição de Maurizio Catellan na Monnaie de Paris, por Rosangela Meletti

O grande Maurizio Catellan, escultor italiano e mestre maior da Arte Contemporânea subversiva expõe no Monnaie de Paris suas obras clássicas chocantes, egocêntricamente interrogativas, irreverentes, cínicas, ou de mau gôsto. Aqui algumas obras em fotos do Press Service:

Horse into the wall - Maurizio Catellan - Monnaie de Paris

Horse - Maurizio Cattelan - Monnaie de Paris

Jesus Christ entrance view - Maurizio Catellan - Monnaie de Paris

Jesus Christ - Maurizio Catellan - Monnaie de Paris

Papa ferido por asteróide - Maurizio Catellan - Monnaie de Paris
o Papa João Paulo II ferido por um asteróide,

Pigeons - Maurizio Cattelan - Monnaie de Paris

Maurizio Hitler de joelhos - Cattelan - Monnaie de Paris
o Hitler de joelhos que foi vendida por 17 milhões de U$D,

Maurizio Cattelan - Monnaie de Paris

Maurizio Catellan - Monnaie de Paris

Maurizio Catellan - Monnaie de Paris
ou o artista ele mesmo talvez morto, clonado ou em outra dimensão.

A exposição é mundial e oportunidade única para ver de perto parte da sua obra reunida em um espaço excepcional.

Mais informações sobre a exposição (em inglês ou francês).
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