Hubert Védrine – Ministre des Affaires étrangères sous Mitterand

Très bon entretien, dense en contenu, traité avec sérieux, comme au bon vieux temps de Thinkerview :

Bon visionnage !

PS : Si vous voulez faire un geste pour la planète, réglez Youtube à la définition la plus basse qui vous convienne, vous économiserez de la bande passante et de l’énergie nécessaire à décoder le flux.

Hillary Is No More Best Friend of Saudi Arabia?

Trump não é escória, por Tarso Genro

Ambos, penso eu, são sínteses de memórias – em escala nacional americana-  de saídas que já se apresentaram em distintos momentos de crise aguda do sistema do capital. E o fizeram, tanto no  espaço aberto pelas repúblicas democráticas, como nos sistemas mais fechados de distintos estados autoritários, apresentando saídas mais, ou menos convenientes, para os grupos sociais que pretendem representar. Ambas as saídas podem integrar aquilo  que Marx chamou de “pulmão” do sistema, que se depura e se renova – por dentro do seu corpo gigantesco – mantendo o seu organismo vivo e viril. Mas não são saídas idênticas, nem tem os mesmo efeitos sobre a vida real das famílias, sobre as quais os seus programas incidem. São saídas que enfrentam de forma distinta as barbáries do presente, que vão ter incidência – já como conteúdo –  na vida atual e real das pessoas de forma mais amena e inclusiva, ou mais grave e excludente.

Leia a íntegra no Sul21.

Classe média dos Estados Unidos cai a níveis de 30 anos atrás

Olha que belo exemplo e lição de moral os Estados-Unidos, a França e o FMI têm a dar ao Brasil:

O Fundo Monetário Internacional continua com seu trabalho de Grilo Falante dos assuntos econômicos. E agora é a vez dos Estados Unidos e da França. Sobre a economia norte-americana, o Fundo alerta sobre “perniciosas tendências seculares na distribuição da renda”: a classe média caiu a níveis de três décadas atrás e a pobreza aumentou. Sobre a França, a instituição lembra que o país possui índices altos de desemprego de longa duração, apresenta baixas perspectivas de crescimento e uma dívida sobre o PIB que continua aumentando.

Mas continuem cultivando o complexo de vira-lata e achando que a grama do vizinho é mais verde 😉

Leia a íntegra no El País.

Trump, les USA, son influence en Amérique Latine. Et qu’est-ce que nous avons à voir avec ça?

Nul ne peut tout savoir, c’est pour cela que nous avons besoin les uns des autres pour qu’avec nos différentes perceptions de la réalité nous puissions assembler ces pièces de puzzle et arriver le plus proche possible de la connaissance absolue.

J’aimerais parler un peu du Brésil, que je connais un peu. Je suis fils d’une brésilienne ayant vécu d’assez proche la sombre période de la dictature militaire. Commencée en 1964 par la destitution du président démocratique parce qu’il était « communiste », il fallait absolument s’en débarrasser, car, en occident était répandue l’idée – entre autres – que les communistes mangent des petits enfants. Il est su aujourd’hui, par des documents officiels des gouvernements en place à l’époque que la dictature au Brésil, comme la plupart, pour ne pas dire la totalité, de celles d’Amérique Latine d’après 1945, a été appuyée et financée par les services secrets américains pour empêcher le développement de la région et garder sa zone d’influence (marché et ressources). Aujourd’hui, l’histoire se répète, malheureusement, sous nos yeux, de façon beaucoup moins voilée. En effet, grâce à Internet, Wikileaks et autres partages d’information, il est su que le gouvernement Dilma a aussi été évincé car il ne plaisait pas aux « Seigneurs ». Le pétrole découvert au large du Brésil, la plus grande réserve d’eau douce du monde (l’aquifère du Guarani) et bien d’autres ressources intéressantes devaient être accessibles aux pays dits « développés », États-Unis en tête, puisque le continent américain semble leur appartenir. Un pays continental ne suffit pas à leur mégalomanie. Et ceci est arrivé sous les ordres du démocrate, titulaire du prix Nobel de la paix, meurtrier et surtout hypocrite Barack Obama.

Bref, tout cela pour en arriver à notre « chère » (dans le sens monétaire) Hillary Clinton. Je ne comprends pas qu’une personne un tant soit peu instruite ose défendre cette femme, appuyée par les lobbies de l’armement, des finances et du pétrole, rien que cela. La femme qui a avoué ouvertement (preuve à l’appui aujourd’hui avec des documents officiels, merci Wikileaks) que son institution a financé des organisations terroristes au Moyen Orient, dans le but de renverser des gouvernement qui ne sont pas alignés avec leur vision politique. C’est cela, de la démocratie??? Si nous avons subit des attentats en France, c’est bien parce que – grâce à l’OTAN et à l’avarice de nos dirigeants (désolé, j’ai du mal à accepter qu’ils soient nos représentants) – nous avons suivi les américains et les britanniques dans cette expédition impérial à la conquête de ressources naturelles qui ne nous appartiennent pas de droit.

Je ne connais pas Trump, donc je m’abstiens d’en porter un avis. Par contre, j’aurais HONTE de soutenir Obama, Hillary comme Bill Clinton, Hollande, Sarkozy, Valls et toute leur clique qui vont suivre les ordre reçues en réunion avec le groupe de Bilderberg. Avec Hillary, cela aurait été la 3e guerre mondiale assurée. Avec Trump et un peu de chance, ce sera juste une guerre civile à l’intérieur des États-Unis et le collapse de la finance occidentale (Dollar/Euro) dont le capitalisme financier virtuel est en roue libre et vit ses derniers sursis tant qu’il y a des ignorants (et, pour le bonheur des USA/Europe, il y en a encore beaucoup) a déposer leur confiance dans des monnaies qui n’ont plus aucune valeur factuelle.

Qualquer semelhança é pura coincidência

Documentário Em Busca da Verdade, realizado pela TV Senado, compilando o trabalho realizado pela Comissão Nacional da Verdade (CNV), instituída durante o governo da presidenta Dilma Rousseff. Esta comissão perturbou um silêncio histórico sobre um período sombrio da História do Brasil, valendo muitas antipatias da elite brasileira à presidente eleita democraticamente. Elite, essa, constituída em grande parte por famílias cujas fortunas provêm de lucros importantes, realizados durante a ditadura militar, às custas do povo brasileiro. Conhecer a História é o primeiro passo a ser dado para evitar a sua repetição.

Como ocorreu a crise financeira americana

Não é o escopo deste artigo fazer digressões sobre como o governo americano e seu Banco Central deveriam ter atuado durante a crise.  Crises bancárias é um assunto vasto e complexo, e merece um artigo à parte (um esboço pode ser visto aqui e um mais completo aqui).  Tampouco houve o intuito de fazer algum juízo de valor.  A única intenção foi mostrar, sem ideologias ou partidarismos, como realmente se desenrolou todo o processo que levou à formação de uma bolha imobiliária, como se deu seu estouro e como isso afetou todo o sistema bancário.

De posse de todas as informações aqui contidas, o leitor deve se fazer as três seguintes perguntas:

1) Todo este arranjo apresentado configura um sistema totalmente desregulamentado, um genuíno laissez-faire, ou, ao contrário, representa um sistema fortemente intervencionista, no qual políticos, burocratas e reguladores determinavam regras e agitavam em prol de suas conveniências?

2) Um sistema bancário que goza de uma garantia implícita dada pelo governo — de que haverá socorro caso as coisas deem erradas — tende a apresentar comportamentos mais temerários ou mais prudentes?

3) Sem um Banco Central criando dinheiro e permitindo aos bancos manterem suas expansões creditícias de modo crescente, será que tudo isso teria sido possível?

As respostas a estas perguntas têm de estar claras antes de se iniciar qualquer debate a respeito da crise.

Leia a íntegra no Mises Brasil.

Quando trabalhar no McDonald’s e no Walmart não te garante um teto

Ao encontro com este jornal, no centro de Manhattan, ela chega atrasada e inquieta. Ao trabalho também chegará alguns minutos depois da hora marcada. Os atrasos se sucedem e se retroalimentam. Como nesse dia ela faz o turno das 15h, provavelmente só voltará para casa depois das 22h e isso, aos 27 anos, é dito a ela como sendo uma falha. Não porque viva no seio de uma família rígida, mas porque essa é a hora limite de chegada ao albergue para indigentes no qual dorme quando sai do trabalho no McDonald’s. Pelo menos esse dia é sábado e ela não tem que organizar para levar e buscar na escola as crianças de oito, sete e quatro anos. Lá também costumam repreendê-la por seus atrasos.

A vida de Y., como pede para ser identificada, não é uma raridade: um terço das famílias que dormem nos centros para desabrigados da cidade é chefiada por uma pessoa com emprego. Mas em Nova York trabalhar já não significa ganhar a vida. Nos Estados Unidos como um todo, tampouco: 6 em cada 10 famílias que estão abaixo da linha de pobreza em todo o país têm pelo menos um de seus membros empregados, de acordo com o Instituto de Política Fiscal.

Mas realmente, devemos seguir o capitalismo selvagem dos americanos pois ele deu certo (para 0,1% da população)!

Leia a íntegra no El País.