Socializar a dívida e privatizar os lucros, essa é a máxima do neoliberalismo. Adivinha quem é que paga o pato?
A expectativa para 2016 é que o Brasil encerre o ano com um rombo de R$ 170 bilhões nas contas públicas. Apesar disso, o presidente interino Michel Temer (PMDB) comemorou a aprovação de um megapacote de reajuste para o funcionalismo federal — Executivo, Judiciário e Legislativo, além do Ministério Público —, com impacto de ao menos R$ 58 bilhões até 2019.
