Music of the day

Grandma loved a sailor
Who sailed the frozen sea
Grandpa was that whaler
And he took me on his knee
He said, “Son, I’m going crazy
From living on the land
Got to find my shipmates
And walk on foreign sands”

This old man was graceful
With silver in his smile
He smoked a briar pipe and
He walked four country miles
Singing songs of shady sisters
And old time liberty
Songs of love and songs of death
And songs to set men free
Oh! Eh!

The Doors – Land Ho!

Grandma loved a sailor
Who sailed the frozen sea
Grandpa was that whaler
And he took me on his knee
He said, “Son, I’m going crazy
From living on the land
Got to find my shipmates
And walk on foreign sands”

This old man was graceful
With silver in his smile
He smoked a briar pipe and
He walked four country miles
Singing songs of shady sisters
And old time liberty
Songs of love and songs of death
And songs to set men free
Oh! Eh!

I’ve got three ships and sixty men
A course for ports unread
I’ll stand at mast, let north winds blow
‘Til half of us are dead
Land ho!

Well if I get my hands on a dollar bill
Gonna buy a bottle and drink my fill
If I get my hands on a number five
Gonna skin that little girl alive
If I get my hands on a number two
Come back home and marry you
Marry you
Marry you alright

Eh, land ho!
Eh, land ho!

Well if I get back home and I feel all right
You know babe I’m gonna love you tonight
Love you ‘night, love you ‘night

Eh, land ho!
Eh, land ho!
Eh, land ho!

Quando trabalhar no McDonald’s e no Walmart não te garante um teto

Ao encontro com este jornal, no centro de Manhattan, ela chega atrasada e inquieta. Ao trabalho também chegará alguns minutos depois da hora marcada. Os atrasos se sucedem e se retroalimentam. Como nesse dia ela faz o turno das 15h, provavelmente só voltará para casa depois das 22h e isso, aos 27 anos, é dito a ela como sendo uma falha. Não porque viva no seio de uma família rígida, mas porque essa é a hora limite de chegada ao albergue para indigentes no qual dorme quando sai do trabalho no McDonald’s. Pelo menos esse dia é sábado e ela não tem que organizar para levar e buscar na escola as crianças de oito, sete e quatro anos. Lá também costumam repreendê-la por seus atrasos.

A vida de Y., como pede para ser identificada, não é uma raridade: um terço das famílias que dormem nos centros para desabrigados da cidade é chefiada por uma pessoa com emprego. Mas em Nova York trabalhar já não significa ganhar a vida. Nos Estados Unidos como um todo, tampouco: 6 em cada 10 famílias que estão abaixo da linha de pobreza em todo o país têm pelo menos um de seus membros empregados, de acordo com o Instituto de Política Fiscal.

Mas realmente, devemos seguir o capitalismo selvagem dos americanos pois ele deu certo (para 0,1% da população)!

Leia a íntegra no El País.