Em Harvard, Ciro Gomes denuncia o Golpe parlamentar no Brasil

Discurso de Ciro Gomes em Harvard, denunciando o golpe parlamentar que destituiu a presidenta eleita Dilma Roussef, de forma legal mas imoral. Vale a pena escutar os diversos argumentos muito interessantes apresentados pelo pré-candidato à presidência em 2018.

Amor do pai é uma das maiores influências da personalidade da criança, por Nívea Salgado

Pois um estudo recente mostrou que ele é fundamental na formação da personalidade da criança, e como ela desenvolverá diversas características até a idade adulta. Pesquisadores da Universidade de Connecticut, nos EUA, demonstraram que crianças de todo o mundo tendem a responder da mesma forma quando são rejeitados por seus cuidadores, ou por pessoas a quem são apegadas emocionalmente.

Amor de pai

o estudo mostrou que as crianças sentem a rejeição como se ela realmente fosse uma dor física. As partes do cérebro ativadas quando um pequenino se sente rejeitado são as mesmas que se tornam ativas quando ele se machuca, com uma diferença: a dor psicológica pode ser revivida por anos, levando à insegurança, hostilidade e tendência à agressividade.

Leia a íntegra no Mil Dicas de mãe.

Dallagnol é um ingrato! Escondeu a Globo!

Dallagnol, o procurador da República das convicções, produziu um powerpoint furibundo, na página 3 da Fel-lha, em forma de texto corrido.

O Conversa Afiada decidiu acompanhá-lo de algumas convicções.

A equipe da Lava Jato formou-se para o combate a crimes financeiros e de lavagem de dinheiro praticados por doleiros como Alberto Youssef. Jamais se imaginou, inicialmente, topar com um esquema de corrupção.

Como diz o professor Moniz Bandeira, foi a CIA, montada na Tríplice Fronteira, entregou à Força Tarefa a ligação do Youssef com a Petrobras. Para destruir o pré-sal. Objetivo atingido, com o desemprego de 40 mil operários metalúrgicos no estado do Rio.

Leia a íntegra no Conversa Afiada.

Exposição de Maurizio Catellan na Monnaie de Paris, por Rosangela Meletti

O grande Maurizio Catellan, escultor italiano e mestre maior da Arte Contemporânea subversiva expõe no Monnaie de Paris suas obras clássicas chocantes, egocêntricamente interrogativas, irreverentes, cínicas, ou de mau gôsto. Aqui algumas obras em fotos do Press Service:

Horse into the wall - Maurizio Catellan - Monnaie de Paris

Horse - Maurizio Cattelan - Monnaie de Paris

Jesus Christ entrance view - Maurizio Catellan - Monnaie de Paris

Jesus Christ - Maurizio Catellan - Monnaie de Paris

Papa ferido por asteróide - Maurizio Catellan - Monnaie de Paris
o Papa João Paulo II ferido por um asteróide,

Pigeons - Maurizio Cattelan - Monnaie de Paris

Maurizio Hitler de joelhos - Cattelan - Monnaie de Paris
o Hitler de joelhos que foi vendida por 17 milhões de U$D,

Maurizio Cattelan - Monnaie de Paris

Maurizio Catellan - Monnaie de Paris

Maurizio Catellan - Monnaie de Paris
ou o artista ele mesmo talvez morto, clonado ou em outra dimensão.

A exposição é mundial e oportunidade única para ver de perto parte da sua obra reunida em um espaço excepcional.

Mais informações sobre a exposição (em inglês ou francês).
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Music of the day

Lá no velho oeste o nosso som é proibido
Na terra de herói nós somos os bandidos
Sem bota de cowboy você não é de nada
Sem chapéu de cowboy não agarra a mulherada

Cowboy, cowboy
Me diz como fazê
Quando eu crescê
Quero ser que nem você

Eu venho da galera assombrando o deserto
Ninguém me diz nada se está longe ou se está perto
Eu sinto a batida galopando um pangaré
Então dance esse som, diz aí como é que é

Cowboy, cowboy
Me diz como fazê
Quando eu crescê
Quero ser que nem você

Espora enferrujada e cela esgaçada
Com a crina embaraçada meu cavalo é uma parada
Pinduro no pescoço ferradura pra dá sorte
Eu danço no salão, o funk é meu esporte

Cowboy, cowboy
Me diz como fazê
Quando eu crescê
Quero ser que nem você

Não aguento mais esse sol na minha cabeça
Gosto de gatinha, de sombra e água fresca
Se ela faz meu tipo e olha para o lado
Eu zôo de montão com seu lindo rebolado

Cowboy, cowboy
Me diz como fazê
Quando eu crescê
Quero ser que nem você

« Tropa de combate no meio do salão
Para ser cowboy não precisa ser brigão »

Moro diz que Brasil pode não sobreviver à delação da Odebrecht

Juiz da Lava Jato teria feito o seguinte comentário a um interlocutor de Brasília, segundo a revista Veja: « Pela extensão da colaboração, haverá turbulência grande. Espero que o Brasil sobreviva »; trechos da delação já incriminaram o ministro das Relações Exteriores, José Serra, que segundo executivos recebeu R$ 23 milhões em propina da empreiteira por meio de uma conta na Suíça, e o governador Geraldo Alckmin (PSDB), que teria recebido doações de campanha em troca da participação da construtora nas obras do Rodoanel, em São Paulo

Leia a íntegra no Brasil 247.

Sobre a difícil democracia, por Boaventura de Sousa Santos

Entretanto, em muitos dos países estudados, a própria democracia representativa sofreu um enorme desgaste, devido a uma conjunção de fatores, todos eles convergindo na transformação da democracia liberal em democracia neoliberal, uma transformação sub-reptícia que teve lugar sem suspensão nem revisão das constituições vigentes. Essa transformação ocorreu por meio de dois processos convergentes. Por um lado, a prevalência crescente do capitalismo financeiro global corroeu a soberania dos Estados a ponto de transformar Estados soberanos em presas fáceis de especuladores financeiros e de suas guardas-avançadas, as agências de notação de crédito e o FMI. A concentração de riqueza e a degradação dos direitos econômicos e sociais estão fazendo com que o círculo da reciprocidade cidadã se estreite e cada vez mais cidadãos passem a viver na dependência de grupos sociais poderosos que têm direito de veto sobre seus modos e suas expectativas de vida, sejam eles filantropos, narcotraficantes, latifundiários industriais, empresas de megaprojetos e de mineração. A isso chamo “fascismo social”, regime social que constitui o outro lado das democracias de baixa intensidade.

Leia a íntegra no Suplemento Cultural do Diário Oficial do Estado do Pernambuco.

Na ONU, Ana Júlia será porta-voz das escolas ocupadas, por Esmael Moraes

A secundarista que se tornou a voz dos estudantes que ocupam as escolas e universidades do país tem nova missão. Depois de falar para os deputados da Assembléia Legislativa do Paraná, Ana Júlia agora irá à ONU fazer denúncias contra as milícias fascistas de Beto Richa no Paraná.

Na segunda-feira, dia 31, ela falará na Comissão de Direitos Humanos do Senado e da Câmara, no MPF e em agências internacionais como UNICEF ligada à ONU. A adolescente será a porta-voz das ocupações que estão sendo ameaçadas por milícias fascistas do MBL com apoio do tucano Richa.

Leia a íntegra no Jornal GGN.