Ciro Gomes fala sobre a PEC 55 no Brasil

Ciro Gomes apresenta fatos da atualidade em conexão com a PEC 241, agora PEC 55, confira:

[Atualização] O provável candidato a presidência para 2018 também explica em dois minutos o que é a PEC241 agora PEC55, para  quem ainda não tinha entendido no que isto constituía de forma econômica:

Trump, les USA, son influence en Amérique Latine. Et qu’est-ce que nous avons à voir avec ça?

Nul ne peut tout savoir, c’est pour cela que nous avons besoin les uns des autres pour qu’avec nos différentes perceptions de la réalité nous puissions assembler ces pièces de puzzle et arriver le plus proche possible de la connaissance absolue.

J’aimerais parler un peu du Brésil, que je connais un peu. Je suis fils d’une brésilienne ayant vécu d’assez proche la sombre période de la dictature militaire. Commencée en 1964 par la destitution du président démocratique parce qu’il était « communiste », il fallait absolument s’en débarrasser, car, en occident était répandue l’idée – entre autres – que les communistes mangent des petits enfants. Il est su aujourd’hui, par des documents officiels des gouvernements en place à l’époque que la dictature au Brésil, comme la plupart, pour ne pas dire la totalité, de celles d’Amérique Latine d’après 1945, a été appuyée et financée par les services secrets américains pour empêcher le développement de la région et garder sa zone d’influence (marché et ressources). Aujourd’hui, l’histoire se répète, malheureusement, sous nos yeux, de façon beaucoup moins voilée. En effet, grâce à Internet, Wikileaks et autres partages d’information, il est su que le gouvernement Dilma a aussi été évincé car il ne plaisait pas aux « Seigneurs ». Le pétrole découvert au large du Brésil, la plus grande réserve d’eau douce du monde (l’aquifère du Guarani) et bien d’autres ressources intéressantes devaient être accessibles aux pays dits « développés », États-Unis en tête, puisque le continent américain semble leur appartenir. Un pays continental ne suffit pas à leur mégalomanie. Et ceci est arrivé sous les ordres du démocrate, titulaire du prix Nobel de la paix, meurtrier et surtout hypocrite Barack Obama.

Bref, tout cela pour en arriver à notre « chère » (dans le sens monétaire) Hillary Clinton. Je ne comprends pas qu’une personne un tant soit peu instruite ose défendre cette femme, appuyée par les lobbies de l’armement, des finances et du pétrole, rien que cela. La femme qui a avoué ouvertement (preuve à l’appui aujourd’hui avec des documents officiels, merci Wikileaks) que son institution a financé des organisations terroristes au Moyen Orient, dans le but de renverser des gouvernement qui ne sont pas alignés avec leur vision politique. C’est cela, de la démocratie??? Si nous avons subit des attentats en France, c’est bien parce que – grâce à l’OTAN et à l’avarice de nos dirigeants (désolé, j’ai du mal à accepter qu’ils soient nos représentants) – nous avons suivi les américains et les britanniques dans cette expédition impérial à la conquête de ressources naturelles qui ne nous appartiennent pas de droit.

Je ne connais pas Trump, donc je m’abstiens d’en porter un avis. Par contre, j’aurais HONTE de soutenir Obama, Hillary comme Bill Clinton, Hollande, Sarkozy, Valls et toute leur clique qui vont suivre les ordre reçues en réunion avec le groupe de Bilderberg. Avec Hillary, cela aurait été la 3e guerre mondiale assurée. Avec Trump et un peu de chance, ce sera juste une guerre civile à l’intérieur des États-Unis et le collapse de la finance occidentale (Dollar/Euro) dont le capitalisme financier virtuel est en roue libre et vit ses derniers sursis tant qu’il y a des ignorants (et, pour le bonheur des USA/Europe, il y en a encore beaucoup) a déposer leur confiance dans des monnaies qui n’ont plus aucune valeur factuelle.

Qualquer semelhança é pura coincidência

Documentário Em Busca da Verdade, realizado pela TV Senado, compilando o trabalho realizado pela Comissão Nacional da Verdade (CNV), instituída durante o governo da presidenta Dilma Rousseff. Esta comissão perturbou um silêncio histórico sobre um período sombrio da História do Brasil, valendo muitas antipatias da elite brasileira à presidente eleita democraticamente. Elite, essa, constituída em grande parte por famílias cujas fortunas provêm de lucros importantes, realizados durante a ditadura militar, às custas do povo brasileiro. Conhecer a História é o primeiro passo a ser dado para evitar a sua repetição.

Em Harvard, Ciro Gomes denuncia o Golpe parlamentar no Brasil

Discurso de Ciro Gomes em Harvard, denunciando o golpe parlamentar que destituiu a presidenta eleita Dilma Roussef, de forma legal mas imoral. Vale a pena escutar os diversos argumentos muito interessantes apresentados pelo pré-candidato à presidência em 2018.

Entrevista de Eduardo Cunha (março de 2015) por Antonio Jiménez Barca e Talita Bedinelli

“A corrupção está no Governo, não está no Parlamento”.
O presidente da Câmara Eduardo Cunha afirma ser perseguido por estar sendo investigado. Ele diz que a « porteira da corrupção » na Petrobras foi uma mudança de lei feita por FHC.

O peemedebista Eduardo Cunha entra em uma das salas de seu gabinete rodeado por seguranças e assistentes. Na sala de onde despacha, responde aos questionamentos do EL PAÍS entre uma ligação e outra, em meio a diversas trocas de mensagens pelo celular. Ainda que em alguns momentos fale depressa e feche os olhos ao se incomodar com algumas perguntas, aparenta calma, apesar de toda a pressão dos últimos dias.

O presidente da Câmara dos Deputados, que desde que chegou ao comando da Casa, em fevereiro, impôs uma série de derrotas a então aliada Dilma Rousseff (PT), é um dos 54 nomes que serão investigados nos processos relativos à operação Lava Jato.

Leia a íntegra no El País.

Conheça a aluna que discursou na Assembléia Legislativa em defesa da ocupação das escolas

Do alto de seus 16 anos, a estudante Ana Júlia Ribeiro ainda tenta entender a guinada que sua vida deu em menos de 24 horas. Na quarta-feira (26), a jovem miúda e de olhos brilhantes não se intimidou diante dos deputados e, em plena Assembleia Legislativa do Paraná, fez um pronunciamento emocionado em que defendeu as ocupações dos colégios estaduais. O discurso viralizou na internet, trazendo os holofotes sobre a si e sobre o movimento estudantil. Ainda impressionada com a repercussão, Ana Júlia parece longe de reivindicar qualquer status de destaque ou de liderança. Afirma que quer apenas dar voz aos discentes. A repercussão do discurso rendeu até uma ligação do ex-presidente Lula. A jovem agradeceu o apoio, mas não quer que sua fala seja vinculada a partidos políticos.

“Eu estou orgulhosa de saber que os estudantes se sentiram representados”, disse. “Não, pelo amor de Deus, não quero ser líder de nada. Temos que ir com calma. A pauta, o movimento é muito mais importante”, acrescentou.

Leia a íntegra na Gazeta do povo.