Em novembro de 2015, a Escola Estadual Diadema, localizada na região metropolitana de São Paulo, se tornou a primeira escola a ser ocupada por estudantes na luta contra a reorganização escolar apresentada pelo governador Geraldo Alckmin.
A ocupação em Diadema desencadeou um movimento secundarista que foi às ruas de São Paulo e mobilizou estudantes em 200 ocupações espalhadas em todo o estado. Eles protestavam contra a reestruturação que previa o fechamento de escolas e afetaria mais de 300 mil alunos.
Em novembro de 2016, um ano após a data que marcou o início da resistência, o documentário “Lute como uma menina!” é lançado no YouTube. A produção traz a história de luta durante as ocupações sob a perspectiva das garotas que participaram do movimento.
Étiquette : (in)securité
S’estimant victime du plan Vigipirate, un gérant de bar-tabac attaque l’État en justice
Le patron du Clovis s’apprêtait à vendre son bar-tabac quand le plan Vigipirate post-attentat a bouleversé ses plans. Depuis la mise en place du plan Vigipirate, il était en effet devenu impossible de stationner à proximité de la synagogue de Reims, établissement situé en face du bar-tabac Le Clovis. La synagogue été placé sous protection jour et nuit. La présence permanente des militaires et les barrières interdisant le stationnement a fait progressivement fuir une grande partie des habitués du bar-tabac, estime le gérant. «Personne n’avait le droit de s’arrêter: il y avait des barrières partout pendant 5-6 mois. Ça a immédiatement plombé mon chiffre d’affaires», a ainsi confié le patron du Clovis avant d’ajouter: «Il y a avait 18 militaires jour et nuit devant mon commerce, trois groupes de six précisemment!», déclare t-il révolté.
Amor do pai é uma das maiores influências da personalidade da criança, por Nívea Salgado
Pois um estudo recente mostrou que ele é fundamental na formação da personalidade da criança, e como ela desenvolverá diversas características até a idade adulta. Pesquisadores da Universidade de Connecticut, nos EUA, demonstraram que crianças de todo o mundo tendem a responder da mesma forma quando são rejeitados por seus cuidadores, ou por pessoas a quem são apegadas emocionalmente.
o estudo mostrou que as crianças sentem a rejeição como se ela realmente fosse uma dor física. As partes do cérebro ativadas quando um pequenino se sente rejeitado são as mesmas que se tornam ativas quando ele se machuca, com uma diferença: a dor psicológica pode ser revivida por anos, levando à insegurança, hostilidade e tendência à agressividade.

