Music of the day

Sittin’ here in my problem
What am I gonna do now
Am I gonna make it
Someway, somehow

Maybe I’m not supposed to know
Maybe I’m supposed to cry
And if nobody ever knows
The way I feel, that’s all right
That’s okay

I’m gonna make my world a better place
I’m gonna keep that smile on my face
I’m gonna teach myself how to understand
I’m gonna make myself a better man, yeah

Climbin’ out the window
Climbin’ up the wall
Is anybody gonna save me
Or are they gonna let me fall

Well, I don’t really wanna know
I’ll just hold on the best I can
And if I fall down, I’m gonna get back up
It’ll be alright, it’ll be okay, God

I’m gonna make my world a better place
I’m gonna keep that smile on my face
I’m gonna teach myself how to understand
I’m gonna make myself a better man, oh

Maybe I’m not supposed to know
Maybe I’m supposed to cry
And if nobody ever knows the way I feel
That’s all right, that’s okay

Yeah, I’m gonna make my world a better place
I’m gonna keep that smile on my face
I’m gonna teach myself how to understand
I’m gonna make myself a better man

Well, I’m gonna make my world a better place
I’m gonna keep that smile on my face, yeah
I’m gonna teach myself how to understand
I’m gonna make myself a better man

Are they gonna let me fall
No, no, no, no, no, no, yeah
Yeah, be a better man, be a better man
I’m doing the best I can

Yes, I’m gonna make my world, yeah
You know what, I’m gonna make my world
I’m gonna step right up and get myself together
I’m gonna make my world, you know I’m gonna do the best I can, yeah

He will make my world, yeah tonight’s gonna [?]
He will make my world, oh yeah, yeah

I’m gonna make my world, are they gonna let me fall?
No, make my world, yeah
I’m gonna make my world, my world, your world
Make my world

You know, I’m gonna make my world
Teach myself how to understand, yeah

O Estranho sentimento de « nacionalismo e dever » dos militares e policiais brasileiros, por Fernando Horta

É recorrente nas manifestações de policiais e de militares a ideia de « dever » e de « nação ». Na frente da ALERJ, por exemplo, um coronel da PM falava em « manter a ordem » como um « dever » da polícia. Entre os militares não há um momento em que não rendam homenagens à bandeira, todos os dias inclusive. O estranho disto é que ambas as ideias (« dever » e « nação ») são sempre elitizadas, seccionadas de forma que se perguntarmos « dever para com o quê? » ou « nação para quem? » as máscaras caem.

Parece-me estranho falar em « dever » para com a « lei » e chacinar populações pobres enquanto espancam estudantes. Parece-me muito estranho « dever com a lei » quando mata criança ligada ao tráfico mas recebe arrego em dinheiro seja do mesmo tráfico ou de outros meios ilícitos. A « lei » e o « dever », portanto, são sempre dobradas aos interesses privados e muitas vezes próprios.

Entre os militares é pior. Batem continência a um pano bordado, ouvem com garbo notas arranjadas ainda nos séculos passados, e se convencem que, por alguma mágica, isto é ser brasileiro. Ao mesmo tempo, « monitoram » movimentos estudantis, dão proteção a instituições e pessoas que entregam o patrimônio nacional, que destroem os projetos de segurança nacional e colocam nosso povo passando fome, sem atendimento médico. Parece-me estranho falar em « Brasil » como algo etéreo, um certo encadeamento de cores enquanto nossos conterrâneos passam fome para que alguns tenham apartamentos na Barra.

Novamente o que se vê é um « nacionalismo » de ocasião, que no fundo é um desculpa esfarrapada para manter privilégios. Se bem que se olharmos com cuidado a bandeira brasileira ela espelha estes privilégios. Quem está no círculo azul está bem distante da maioria verde, cada cor restrita no seu espaço e um mandamento claro e criminoso no meio. Que aprendam seus espaços e que se contenham em suas formas. Esta é a « missão ».

Nas novas mudanças das PEC’s e projetos, o Brasil fracionado aparece. Militares bradam que « todos temos que ser brasileiros » mas as reformas da previdência não atingirão legislativo, judiciário nem as forças armadas. Justo eles que representam mais de 65% do déficit desta mesma previdência. Não é brasileiro quem veste verde amarelo e canta um hino descolado de qualquer ideia de povo. Não é brasileiro que defende uma lei injusta e sectária matando os menos favorecidos. Aliás, não são brasileiros, mas são covardes. Usam o que o país todo lhes deu contra os menos favorecidos. E se enganam achando que isto é « dever » ou « nacionalismo ». São os primeiros a sustentar privilégios e para isto matam, espancam, pressionam e ameaçam.

Noutros tempos, instituições que usavam a violência para manter seus privilégios e enriquecer eram chamadas de « máfias ». E pensando bem é isto que o Brasil tem, máfias fardadas que cantam hinos e matam todos que dela discordam. E têm a petulância de dizer que fazem isto « pelo país ». Têm a petulância de gritarem « Salve o Brasil! ». Não salvam ninguém, e apenas saúdam-se a si próprios.

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Music of the day

Maintenant

On te donne trois balles, on te donne trois balles
On te donne trois balles, la première t’es un môme
Tu prends d’la cadence, tu entres dans la danse
Dans la violence des chocs, tu comprends ta chance
Tu sais maintenant comment, tu sais maintenant comment
Tu sais maintenant comment, ton histoire commence

On joue sa vie comme on joue au flipper
Déjà tout môme on flippe de bumper en bumper
On gagne on perd, et toujours on espère
Pouvoir s’en refaire une petite
Gratuite, gratuite, gratuite, gratuite

On te donnes trois balles, on te donnes trois balles
On te donnes trois balles, la deuxième t’es un grand
Il faut te démerder, tu commence à ruser, hein ?
Tu cherches un abris et quand tu l’as trouvé
Tu te vois éjecté, à vitesse grand V

Vers le bumper d’en face, qui t’attend dans l’impasse
Vers le bumper d’en face, qui t’attend dans l’impasse

On joue sa vie comme on joue au flipper
Déjà tout môme on flippe de bumper en bumper
On gagne on perd, et toujours on espère
Pouvoir s’en refaire une petite
Gratuite, gratuite, gratuite, gratuite

Attention au tilt
Attention au tilt, t’a perdu la boule mon gars
Non !
On te donnes trois balles, on te donnes trois balles
On te donnes trois balles, la troisième t’es un vieux
Vieux, vieux, vieux, vieux, vieux, vieux, trop vieux
Tu es très fatigué tu veux te reposer
Tu branles la machine, tu courbes l’échine, l’échine
Le dernier bumper t’envoie dans l’dernier trou
Le dernier bumper t’envoie dans l’dernier trou
Sur ta tombe y a écrit

Sur ta tombe y a écrit
Sur ta tombe y a écrit
It’s more fun to compete, More fun to compete
It’s more fun to compete, More fun to compete
It’s more fun to compete, More fun to compete
It’s more fun to compete, More fun to compete

On joue sa vie comme on joue au flipper
Déjà tout môme on flippe de bumper en bumper
On gagne on perd, et toujours on espère
Pouvoir s’en refaire une petite
Je dis petite, oh non non petite
Heiiiin gratuite, gratuite, gratuite, gratuite

Violences policières : un procès qui tombe mal

Sept longues années auront été nécessaires pour que l’enquête, ouverte en 2009 contre deux gardiens de la paix et un brigadier, débouche enfin sur un procès. Trois policiers sont jugés à partir de lundi devant le tribunal correctionnel de Bobigny pour avoir fait usage de leur Flash-Ball contre des manifestants le 8 juillet 2009 à Montreuil. Plusieurs personnes avaient été blessées lors d’un dispersement, alors même que la situation semblait parfaitement maîtrisée. L’une d’elles, Joachim, a entièrement perdu la vue de son œil droit, après avoir été touchéau visage par un tir.

Lire l’intégralité sur Le Point.

Music of the day

Je voudrais au jour levé

Parcourir les champs de blé
Et voler tout autour de la terre
Pour pouvoir tout observer
Et pour me donner l’idée
L’idée de me sentir libérée
Oh le monde est fou
Vois au loin il vacille
Il vacille au loin
Et je sens son corps qui se déchire

Le monde est sauvage
Le monde est volage

Le monde est sauvage
Ma donne envie de te dire
Que je redoute le pire
Nous sommes dans la ligne de mire

Je voudrais au jour levé
Souffler sur les chandeliers
Et voler tout autour de l’enfer
Sans vouloir vous offenser
Je crains que vous n’oubliez
L’idée de vous sentir libérés
Oh le monde est fou
Vois au loin il vacille
Il vacille au loin
Et j’écoute son coeur qui se déchire

Le monde est sauvage
Le monde est volage…

Music of the day

Dentro do mambo e da consciência
Está o segredo do universo
Dentro do mambo e da consciência
Está o segredo do universo

Você que não se deixa delirar com a lua mãe
O sol que brilha nela e que a promessa é tua luz
Enquanto os transeuntes na avenida comercial
Muito preocupados sem saber em que pensar

Dentro do mambo e da consciência
Está o segredo do universo
Dentro do mambo e da consciência
Está o segredo do universo

Você está no mundo, só tem uma opção
O caminho é longo, homem
Ser feliz ou não
Queimando a consciência e a sequencia que ela traz
Momentos diferentes que confundem a tua paz

Dentro do mambo e da consciência
Está o segredo do universo
Dentro do mambo e da consciência
Está o segredo do universo

Trabalha cego para receber, não é?
O prêmio nobel de um freguês
Daquilo tudo que você já fez
Já fez, já fez

Dentro do mambo e da consciência
Está o segredo do universo
Dentro do mambo e da consciência
Está o segredo do universo

Trabalha cego para receber, né?
O prêmio nobel de um freguês
Daquilo tudo que você já fez
E fez e refez

Dentro do mambo e da consciência
Está o segredo do universo
Dentro do mambo e da consciência
Está o segredo do universo