Sept longues années auront été nécessaires pour que l’enquête, ouverte en 2009 contre deux gardiens de la paix et un brigadier, débouche enfin sur un procès. Trois policiers sont jugés à partir de lundi devant le tribunal correctionnel de Bobigny pour avoir fait usage de leur Flash-Ball contre des manifestants le 8 juillet 2009 à Montreuil. Plusieurs personnes avaient été blessées lors d’un dispersement, alors même que la situation semblait parfaitement maîtrisée. L’une d’elles, Joachim, a entièrement perdu la vue de son œil droit, après avoir été touchéau visage par un tir.
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Conheça os bilionários convidados para “reformar” a educação brasileira de acordo com sua ideologia, por Helena Borges
Em oposição à total surdez para com os estudantes, os parlamentares são todos ouvidos para outro grupo: os representantes de bilionários presidentes de fundações educacionais. Para as audiências públicas que estão por vir foram convidados sete representantes de fundações e institutos empresariais.
Mas, qual o problema em se ter bilionários na mesa de debate? A princípio, nenhum. Na prática, além do fato de que não existe almoço grátis, é necessário observar o tipo de educação que esses grupos vislumbram como o “padrão de qualidade” – lembrando que a própria existência de um “padrão de qualidade”, quando se fala sobre educação, já é algo bastante questionável.
Filme que discute limites entre loucura e normalidade estreia no Olhar de Cinema
Selecionado para a mostra Outros Olhares do 4º Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba -, no qual terá suas primeiras exibições no Brasil, o documentário A Loucura Entre Nós acompanhou durante três anos a rotina de um hospital psiquiátrico de Salvador onde também funcionava a ONG Criamundo, que tem a missão de reinserir pacientes com problemas psiquiátricos no mercado de trabalho e na sociedade em geral.
Dirigido por Fernanda Vareille, brasileira atualmente radicada na França, o trabalho discute os limites muitas vezes tênues entre loucura e normalidade, dando atenção especial a duas mulheres de classes sociais e origens bem diferentes: Leonor e Elizângela. “É um filme sobre sujeitos, suas questões, seus destinos, suas trajetórias”, resume Fernanda.
Em entrevista por e-mail ao Cine Festivais, a diretora falou sobre o processo de produção do documentário e opinou a respeito dos principais temas levantados pelo seu filme.
