Discutir uma escola sem partido convoca evidenciar sua impossibilidade, e não só porque é mais uma tentativa de censura — neste caso, felizmente, das mais ineficazes, porque pretende calar aqueles cuja função, por atribuição da Constituição e da Lei de Diretrizes e Bases da Educação, é formar crianças e jovens para a cidadania, de que são princípios fundamentais a liberdade de expressão e o desenvolvimento da criticidade; é uma impossibilidade (uma ingenuidade?) porque se constrói sobre pressupostos que não se sustentam.
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Por outro lado, se sem partido se refere a posicionamentos pessoais de professores — sociais, políticos, morais, religiosos (ideológicos?) — a falácia está em supor que o ser humano é capaz de se manter “neutro” em suas interações, sejam sociais, sejam, como pretende a escola sem partido, pedagógicas. A proibição de “doutrinação” comete o equívoco de julgar que as convicções de um ser humano, neste caso o professor, só se manifestam pela palavra: supõe-se que, proibindo a palavra, fica proibida a “doutrinação”. Um equívoco, porque não são só as palavras que expressam convicções, mas o ser humano como um todo, que, ainda que tenha a palavra proibida, revela-se por seu modo de agir, de decidir, por seus comportamentos; pode-se até tentar calar o professor, mas não se calam as mensagens que ele comunica por meios não verbais, mesmo se tenta “censurar-se”. Impossível.
Étiquette : société
Obligar a que la gente entre a trabajar antes de las 9 a.m. es «torturar»
Filme que discute limites entre loucura e normalidade estreia no Olhar de Cinema
Selecionado para a mostra Outros Olhares do 4º Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba -, no qual terá suas primeiras exibições no Brasil, o documentário A Loucura Entre Nós acompanhou durante três anos a rotina de um hospital psiquiátrico de Salvador onde também funcionava a ONG Criamundo, que tem a missão de reinserir pacientes com problemas psiquiátricos no mercado de trabalho e na sociedade em geral.
Dirigido por Fernanda Vareille, brasileira atualmente radicada na França, o trabalho discute os limites muitas vezes tênues entre loucura e normalidade, dando atenção especial a duas mulheres de classes sociais e origens bem diferentes: Leonor e Elizângela. “É um filme sobre sujeitos, suas questões, seus destinos, suas trajetórias”, resume Fernanda.
Em entrevista por e-mail ao Cine Festivais, a diretora falou sobre o processo de produção do documentário e opinou a respeito dos principais temas levantados pelo seu filme.
Habitats, nouveaux modèles, fabrication : les 2 événements à ne pas rater !
Habitat groupé, coopératif, multigénérationnel, espaces partagés, coliving ; sous l’effet conjugué de facteurs économiques, sociaux, environnementaux et juridiques, de nombreuses initiatives questionnent la place du collectif dans le logement : quels moyens pour faciliter l’accès à la propriété ? Comment limiter l’impact climatique de l’habitat ? Comment renforcer le lien social ainsi que le pouvoir d’agir sur son futur logement ? Derrière cette diversité émerge de nouvelles normes sociales autour des partages dans l’habitat.
Si l’on élargit la focale à l’échelle urbaine, les sharing cities ont aussi le vent en poupe. D’Amsterdam à Séoul en passant par Toulouse et Barcelone, nombreuses sont les villes qui affichent un positionnement et des projets résolument centrés sur le partage, l’humain et la proximité. Au-delà des discours politiques, les villes en partage répondent également à la volonté des habitants de tisser davantage de liens sociaux et de renforcer à l’échelle du quartier les liens de proximités. Assistons-nous l’émergence d’une hétérotopie à travers une offre locale de services accessible aux habitants et influençant leur manière d’y vivre, de s’y déplacer ?
Ces habitats et quartiers en partage nous invitent donc à repenser les valeurs associées à l’immobilier, passant du bâti aux services. Ils sont aussi l’occasion d’imaginer de nouveaux services – autour du travail, de l’entraide, des mobilités, de l’alimentation, de l’énergie ou du commerce, pour accompagner ce renouveau des proximités.
Intégralité du programme et inscriptions.
Après le succès en demi-teinte de la COP21, et à l’heure des Global Goals, les 17 Objectifs de Développement Durable des Nations Unies pour 2030, quel rôle doit ou peut jouer l’open source dans la résolution des grands enjeux de société? Comment faire le lien les communautés de l’open source (software, hardware, data, …) avec celles des projets à impact social et environnemental? (entrepreneurs sociaux, impact investing, cleantech/greentech, …)
Au-delà des “proof of concepts” tels que ceux ayant émergé pendant l’innovation camp POC21 en 2015 (générateurs solaires, douches circulaires à économie d’énergie, … ), ou de projets emblématiques comme les véhicules électriques OSVehicle et les prothèses open source BionicoHand, comment ces projets “open impact” peuvent-ils passer à l’échelle?
Telles sont les questions qui seront explorées par la communauté “Open Impact”, en collaboration avec OuiShare, le SenseCube et Without Model, dans le cadre de #POSS2016 : le Paris Open Source Summit.
