Em novembro de 2015, a Escola Estadual Diadema, localizada na região metropolitana de São Paulo, se tornou a primeira escola a ser ocupada por estudantes na luta contra a reorganização escolar apresentada pelo governador Geraldo Alckmin.
A ocupação em Diadema desencadeou um movimento secundarista que foi às ruas de São Paulo e mobilizou estudantes em 200 ocupações espalhadas em todo o estado. Eles protestavam contra a reestruturação que previa o fechamento de escolas e afetaria mais de 300 mil alunos.
Em novembro de 2016, um ano após a data que marcou o início da resistência, o documentário “Lute como uma menina!” é lançado no YouTube. A produção traz a história de luta durante as ocupações sob a perspectiva das garotas que participaram do movimento.
Mois : novembre 2016
Ciência comprova: As crianças precisam de seus avós…E os avós de seus netos! por Marrie Ometto
Cientistas comprovam: crianças com avós próximos e vínculos sólidos são emocionalmente mais inteligentes, mais sociáveis, vão melhor na escola e são mais felizes. Para os avós, vínculo com o neto reduz risco de depressão e até de Alzheimer. Mães que permitem a sólida relação avós-netos levam a maternidade com muito mais leveza. Todos ganham com essa relação, que é amor puro!
Eleição de Donald Trump, por Noam Chomsky
¿Cooperar o competir? por Alex Rovira
Sobre o Ativismo, fragmento de Rebel without a pause, 2003, por Noam Chowsky
Linguista, intelectual e ativista, Noam Chomsky discute e reflete sobre o estado dos eventos mundiais incluindo a guerra no Iraque, 11 de setembro, guerra ao terrorismo, manipulação e controle da mídia, ativismo social, medo e política estrangeira americana em grandes fóruns e pequenas discussões interativas com outros intelectuais, ativistas, fãs, estudantes e críticos. A entrevistadora é a Dr. Carol Chomsky, esposa e diretora de Noam, que reflete sobre o que guia Noam e como é viver com ele.
Hillary Is No More Best Friend of Saudi Arabia?
S’estimant victime du plan Vigipirate, un gérant de bar-tabac attaque l’État en justice
Le patron du Clovis s’apprêtait à vendre son bar-tabac quand le plan Vigipirate post-attentat a bouleversé ses plans. Depuis la mise en place du plan Vigipirate, il était en effet devenu impossible de stationner à proximité de la synagogue de Reims, établissement situé en face du bar-tabac Le Clovis. La synagogue été placé sous protection jour et nuit. La présence permanente des militaires et les barrières interdisant le stationnement a fait progressivement fuir une grande partie des habitués du bar-tabac, estime le gérant. «Personne n’avait le droit de s’arrêter: il y avait des barrières partout pendant 5-6 mois. Ça a immédiatement plombé mon chiffre d’affaires», a ainsi confié le patron du Clovis avant d’ajouter: «Il y a avait 18 militaires jour et nuit devant mon commerce, trois groupes de six précisemment!», déclare t-il révolté.
Tivemos que ocupar para sermos ouvidos, diz símbolo das ocupações no PR, por Ana Carla Bermúdez
A universitária também defendeu um ensino médio com suporte de professores e psicólogos para que os alunos descubram seus talentos. « Hoje a gente não recebe essa atenção, estamos lá simplesmente para assistir às aulas. Não temos alguém que sente com a gente e nos ajude a ver no que somos bons ».
Sobre o atual sistema de avaliação, os participantes foram unânimes ao criticar a supervalorização das provas no lugar dos alunos.
Para as alunas, o ensino médio ideal seria aquele em que o professor acompanharia os alunos ao longo dos bimestres, avaliando a interação dos alunos e o quanto eles conseguiram aplicar o conteúdo passado na própria vida.
Music of the day
Não é sobre ter
Todas as pessoas do mundo pra si
É sobre saber que em algum lugar
Alguém zela por ti
É sobre cantar e poder escutar
Mais do que a própria voz
É sobre dançar na chuva de vida
Que cai sobre nós
É saber se sentir infinito
Num universo tão vasto e bonito
É saber sonhar
E então fazer valer a pena cada verso
Daquele poema sobre acreditar
Não é sobre chegar no topo do mundo
Saber que venceu
É sobre escalar e sentir
Que o caminho te fortaleceu
É sobre ser abrigo
E também ter morada em outros corações
E assim ter amigos contigo
Em todas as situações
A gente não pode ter tudo
Qual seria a graça do mundo se fosse assim
Por isso eu prefiro sorrisos
E os presentes que a vida trouxe
Pra perto de mim
Não é sobre tudo que o seu dinheiro
É capaz de comprar
E sim sobre cada momento
Sorriso a se compartilhar
Também não é sobre correr
Contra o tempo pra ter sempre mais
Porque quando menos se espera
A vida já ficou pra trás
Segura teu filho no colo
Sorria e abraça teus pais
Enquanto estão aqui
Que a vida é trem-bala parceiro
E a gente é só passageiro prestes a partir
Laiá, laiá, laiá, laiá, laiá
Laiá, laiá, laiá, laiá, laiá
Segura teu filho no colo
Sorria e abraça teus pais
Enquanto estão aqui
Que a vida é trem-bala parceiro
E a gente é só passageiro prestes a partir
Trump não é escória, por Tarso Genro
Ambos, penso eu, são sínteses de memórias – em escala nacional americana- de saídas que já se apresentaram em distintos momentos de crise aguda do sistema do capital. E o fizeram, tanto no espaço aberto pelas repúblicas democráticas, como nos sistemas mais fechados de distintos estados autoritários, apresentando saídas mais, ou menos convenientes, para os grupos sociais que pretendem representar. Ambas as saídas podem integrar aquilo que Marx chamou de “pulmão” do sistema, que se depura e se renova – por dentro do seu corpo gigantesco – mantendo o seu organismo vivo e viril. Mas não são saídas idênticas, nem tem os mesmo efeitos sobre a vida real das famílias, sobre as quais os seus programas incidem. São saídas que enfrentam de forma distinta as barbáries do presente, que vão ter incidência – já como conteúdo – na vida atual e real das pessoas de forma mais amena e inclusiva, ou mais grave e excludente.
